18 de novembro de 2010
A reação conservadora como suplício e morte do corpo do outro
Cristiane Faustino expõe sua reflexão diante dos casos de extermino das populações de rua e atos preconceituosos de violência contra homossexuais mostrados pela mídia nestes primeiros quinze dias do mês de novembro. “No nosso tempo, parece acertado pensar que o suplício cotidiano se acirra e se evidencia na vida dos rejeitados, pelo autoritarismo burguês, mediante a exposição da dor e do sofrimento do corpo e da degeneração de sua humanidade.”
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