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Tag: especulacao-imobiliaria

11 de maio de 2012

Quem tem medo do latifúndio?

Essa parece uma pergunta retórica, mas a atual conjuntura política nos leva a questionar as razões da permanência histórica do poder das oligarquias rurais no Brasil. O exemplo mais recente foi a vitória da bancada ruralista no Congresso Nacional, que promoveu a destruição da legislação ambiental com a aprovação das mudanças no Código Florestal. Outro fato emblemático foi o balanço da política agrária, que em 2011 registrou o pior índice de concentração fundiária no país.
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20 de março de 2012

Grupos se mobilizam no Recife contra projeto imobiliário no cais José Estelita

Por Raquel Rolnik - Na semana passada recebi um e-mail da Clara, estudante do mestrado em desenvolvimento urbano da UFPE, sobre as mobilizações que estão acontecendo no Recife em torno de um mega-projeto imobiliário na região do cais José Estelita, que vem sendo chamado de projeto Novo Recife. Ela conta que na próxima quinta-feira, dia 22, será realizada uma audiência pública sobre o assunto, às 9h, no plenarinho da Câmara dos Vereadores e que mobilizações contra o projeto vêm ganhando força em redes sociais como o Facebook e através de um abaixo-assinado na internet. Pra quem não conhece essa história, um terreno de mais de 100 mil m², pertencente à União, foi leiloado em 2008 e arrematado por um grupo de empresas que hoje pretende construir na área torres residenciais e comerciais de luxo.
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16 de janeiro de 2012

MINISTÉRIO PÚBLICO CONSEGUE LIMINAR QUE PARALISA OBRAS DE PARQUE EÓLICO EM FLECHEIRAS

Foto: Divulgação no site da PGJ CE
O Juiz Substituto da Comarca de Trairi, Nathanael Cônsoli, determinou a paralisação imediata das obras de construção, na localidade de Flecheiras, da Central Eólica Trairi Ltda. A decisão, tomada no dia 30 de dezembro do ano passado, atende a solicitação do Ministério Público, através da Promotoria de Justiça da Comarca de Trairi, que tem como titular o promotor de Justiça Igor Pereira Pinheiro. Caso a empresa desobedeça pode pagar multa de 500 mil reais ao dia.
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19 de outubro de 2011

Entrevista do Professor José Jorge, da UnB, sobre o Santuário dos Pajés e a especulação imobiliária

“Retirem os ricos que invadiram a marina lá no sul, ao lado do Dom Bosco. Depois que ele passar o trator em cima de todos os ricos, que ele venha discutir sobre retirar os índios…”. Entrevista sem cortes do Professor José Jorge, de 2008, com direito aos aplausos indígenas no final.
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22 de setembro de 2011

Venda de terras a investidores internacionais tem prejudicado populações mais pobres - afirma Oxfam

Brasília - A venda de terras a investidores internacionais está deixando populações pobres ainda mais vulneráveis. A avaliação é da organização não governamental (ONG) britânica Oxfam, que lançou hoje (22) o relatório Terra e Poder, que denuncia a falta de transparência na exploração e grilagem internacional de terras em países emergentes. Em dez anos, pelo menos 227 milhões de hectares foram vendidos ou alugados em países em desenvolvimento para grupos internacionais, segundo o levantamento.
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29 de agosto de 2011

RN - Toré em defesa do território potiguara Saji Trabanda contra especulação imobiliária

Quarta feira, 31.08.11, às 19h, a Comunidade de Saji Trabanda, última praia do litoral sul do Rio Grande do Norte, realizará um Toré Potiguara em defesa do Território, que está sendo disputado na Justiça pelo Presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do RN para nele construir um “resort”. O Toré contará com a participação de indígenas da Baía da Traição/PB, Catu/RN, Amarelão/RN e pessoas e entidades apoiadoras da causa.
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9 de agosto de 2011

CE - Comunidade de Tatajuba consegue federalizar sua luta contra a especulação imobiliária

Oficina em  05.03.2010 (144)
Após anos de luta da comunidade, o Tribunal de Justiça do Ceará finalmente reconheceu que a competência para julgar o conflito entre a comunidade de Tatajuba, em Camocim, é Federal, uma vez que se trata de área da zona costeira.
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21 de dezembro de 2010

A estrangeirização da propriedade fundiária no Brasil

[Carta Maior] Só entre outubro de 2008 e agosto de 2009, foram comercializados mais de 45 milhões de hectares, sendo que 75% destes na África e outros 3,6 milhões de hectares no Brasil e Argentina, impulsionando aquilo que se convencionou chamar, na expressão em inglês, de “land grabbing”. O crescimento da produção agrícola e das demandas e transações de compra de terras, se concentra na expansão de oito commodities: milho, soja, cana-de-açúcar, dendê (óleo), arroz, canola, girassol e floresta plantada. A participação brasileira se dá fundamentalmente nos três primeiros produtos. O artigo é de Sérgio Sauer e Sérgio Pereira Leite.
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17 de setembro de 2010

Gringos chegaram a pagar R$ 150 mil por casa para tirar os pescadores que viviam na região de Fortim

[Correio Braziliense] Fortim (CE) — Sem disfarçar o constrangimento, os funcionários da Prefeitura de Fortim (CE) mostram, emocionados, os murais e as maquetes do projeto apresentado ao governo do município pelos empresários espanhóis. O complexo turístico teria quatro hotéis temáticos (farol, golfe, surfe e marina), 120 unidades habitacionais, 120 chalés e bangalôs e campos de golfe com 18 buracos e 6,5 mil metros de extensão. A marina teria espaço para 172 embarcações atracadas e 60 vagas secas. O turista poderia pegar um veleiro em Fortaleza, navegar em alto-mar até Fortim, entrar pela foz do Rio Jaguaribe e chegar à marina, à margem do rio.
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17 de setembro de 2010

Procuradores alertam para a exploração indevida no litoral cearense

[Correio Braziliense] Aquiraz (CE) — O Ministério Público Federal (MPF) constatou graves ocorrências ambientais no empreendimento Aquiraz Riviera, classificadas como “evidentes e indiscutíveis”, por infringirem normas legais e por inconsistência nos estudos apresentados para a emissão das licenças ambientais. Entre as irregularidades estão a excessiva exploração de águas subterrâneas para regar o campo de golfe, a intervenção em dunas fixas para a implantação do área esportiva e a capacidade insuficiente do aterro sanitário do município. A ação civil pública do MPF corre na Justiça Federal no estado, mas não conseguiu suspender as obras.
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