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Categoria: Opinião

18 de fevereiro de 2013

Todos Contra o Meio Ambiente!

Governo Estadual, Deputados, Empresários e Tradicionais Ambientalistas se unem no Rio de Janeiro para promover o maior retrocesso da Política Ambiental do Estado, exatamente no ano da realização da Rio+20! Eu confesso que tenho refletido muito sobre minhas concepções da política e de sustentabilidade, haja vistas que fatos recentes me levaram a conclusões que fazem parecer existir uma poderosa articulação para a desregulamentação das regras ambientais em todas as esferas da Administração Pública. Confira a opinião de Rogério Rocco (Bacharel em Direito pela UCAM/Centro, Mestre em Direito da Cidade pela UERJ e Analista Ambiental do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio/MMA e professor de Direito Ambiental).
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Publicado por: camila em Opinião.  marcador Tags  legislação ambiental - destaqueopiniao - rio + 20.

23 de novembro de 2012

"Aos brancos de luta que não desejam ser racistas: notas de subsídios"

Aproveitando o ensejo de novembro, gostaria de me dirigir diretamente às pessoas brancas que não desejam ser racistas e que guardam sinceros compromissos e fazem luta pelo fim das desigualdades. Deixo nítido que minhas palavras querem seguir o bom caminho da sinceridade. Antes que alguém pense, não há nenhuma ironia ou tentativa de culpabilização; me inspiro nos encontros que tenho tido com muita gente boa que condena o racismo e é antirracista. O texto é de Cristiane Faustino, Militante feminista do Fórum Cearense de Mulheres, Articulação de Mulheres Brasileiras e Instituto Negra do Ceará.
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Publicado por: portaldomar em Opinião.  marcador Tags  destaqueopiniao - cris faustino - negritude - racismo.

29 de outubro de 2012

Agronegócio e povos tradicionais

As políticas do Estado brasileiro para as áreas de fronteira de expansão do mercado no espaço territorial do país sempre estiveram apoiadas em dois tipos de discurso: o da necessidade de exercer a soberania sobre o território e o da necessidade de desenvolver o país explorando os recursos desse território. O artigo é de Henri Acselrad, confira!
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2 de outubro de 2012

Agroecologia X Agronegócio: a resistência contra o poder

Em 2001, a FAO previu que demoraria 60 anos, seguindo o ritmo atual, para acabar com a fome no mundo. O poder dominante do agronegócio vende a ideia de que está matando a fome do mundo, como se a distribuição de alimentos fosse gratuita e generalizada. O que é uma mentira histórica. As culturas de exportações, como soja, cana, café sempre acabaram com as comunidades tradicionais de agricultores familiares, parceiros, ou trabalhadores rurais. O artigo é de Najar Tubino.
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3 de setembro de 2012

O debate que falta sobre o Código Florestal

Socialmente, a lógica deste sistema não é satisfazer necessidades humanas, mas criar um tipo de riqueza ditada pela acumulação, causa da pobreza ao mesmo tempo. A mudança legal do Código Florestal é determinada por uma velha agenda desenvolvimentista, hegemonizada pelos grandes interesses e forças econômicas envolvidas na cadeia agroindustrial, um dos pilares do Brasil potência emergente. Tudo que se fará não será no sentido de uma mudança de rumo, mas de flexibilização de regras e condutas para continuar destruindo. Por Cândido Grzybowski, colunista do Canal Ibase.
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20 de julho de 2012

O lugar da sustentabilidade nos projetos da Suzano Papel e Celulose

As recentes derrotas com as quais o setor jurídico da Suzano Papel e Celulose se defrontou nas Justiças Federal e Estadual dos estados do Maranhão e do Piauí e que empacou os seus projetos de fabricação de pellets correspondem a uma pequena amostra de um todo que a empresa passou anos negligenciando e que ela e seus funcionários evitam ao máximo assumir: os conflitos socioambientais com as comunidades tradicionais do Maranhão e do Piauí. Ao que parece, a Justiça se descomprometeu com os prazos que a Suzano Papel e Celulose e os governos do Maranhão e do Piauí insistiam em batizar seus projetos. Por Mayron Régis
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Publicado por: portaldomar em Opinião.  marcador Tags  destaqueopiniao - justiça ambiental - suzano - Justiça.

11 de maio de 2012

Quem tem medo do latifúndio?

Essa parece uma pergunta retórica, mas a atual conjuntura política nos leva a questionar as razões da permanência histórica do poder das oligarquias rurais no Brasil. O exemplo mais recente foi a vitória da bancada ruralista no Congresso Nacional, que promoveu a destruição da legislação ambiental com a aprovação das mudanças no Código Florestal. Outro fato emblemático foi o balanço da política agrária, que em 2011 registrou o pior índice de concentração fundiária no país.
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7 de maio de 2012

Em defesa da Ciência do Clima

Por Alexandre Costa. Tenho me preocupado muito com os ataques feitos recentemente à Ciência do Clima, dentre outros motivos, porque estes tem se constituído num amálgama estranho que reúne o Tea Party, a indústria petroquímica e pessoas que parecem acreditar numa grande conspiração imperialista para, ao impedir que queimem suas reservas de combustíveis fósseis, a periferia do capitalismo se “desenvolva”, o que, com o perdão da palavra, já é per si uma visão absolutamente tacanha de “desenvolvimento”. De um lado, a ciência não tem dogma, nem verdades definitivas. Suas verdades são sempre, por construção, parciais e provisórias (que bom, senão viraria algo chato e tedioso como, digamos, uma religião). No entanto, por outro lado, o conhecimento científico é cumulativo e, nesse sentido, não se pode andar para trás! Só quando uma teoria falha, se justifica uma nova e esta não pode ser apenas a negação da anterior, pois precisa ser capaz de reproduzir todos os seus méritos (caso da Mecânica Clássica e da Relatividade, que se reduz à primeira para baixas velocidades).
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3 de abril de 2012

Elaine Tavares - Ruralistas querem legalizar o saque das terras indígenas

Numa primeira vista pode parecer interessante. No Congresso a coisa parece mais democrática, a decisão precisa ser discutida, negociada. Mas, não é. No Congresso quem manda são os poderosos, os endinheirados. Na correlação de forças, os trabalhadores, os empobrecidos, os índios, os excluídos sempre perdem. As chances de uma proposta de ocupação de terra indígena são muito maiores se levadas ao Congresso, pois o lobby dos ruralistas é forte demais. E eles agiram apresentando uma proposta de emenda constitucional, o que significa alterar a Constituição que, com todos os seus problemas, tem alguns avanços no que diz respeito à questão indígena. Pois, sem debate e sem uma discussão nacional, essa proposta leonina já passou na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. Os argumentos são os mesmos usados pelos invasores e destruidores do passado: os indígenas precisam se integrar. E, caso algum dia (que será bem breve) alguma terra precisar ser ocupada por algum projeto mirabolante ou mesmo por uma fazenda de bois, os indígenas terão "todo o direito” de se organizar, ir ao Congresso e debater. Ora, isso é o cinismo levado à última potência.
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Publicado por: camila em Opinião.  marcador Tags  PEC 215 - destaquenopiniao - terra indígena.

15 de março de 2012

E a degradação dos mangues, o que vai causar?

Paulo Sombra, escreve artigo de opinião em resposta ao jornal Diário do Nordeste, que na coluna 'Edilmar Norões' do dia 14/03, relatou a posição do deputado federal Danilo Forte (PMDB-CE) de defender a exclusão dos apicuns das Áreas de Preservação Permanente (APPs), visto que é autor de solicitação nesse sentido na proposta de reforma do Código Florestal. A exclusão dos apicuns, bem como dos salgados, defendida por alguns deputados não leva em consideração o uso consciente e sustentável da área pelas comunidades tradicionais. Os defensores da proposta ignoram os prejuízos à natureza e às comunidades que sobrevivem da pesca.
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